Me proponho a compartilhar passagens de minha vida e do autoconhecimento que me trouxeram insights transformadores.


À pedidos

E Em vários momentos recebi sugestões e pedidos para escrever – de pacientes, de familiares: Siari cadê o livro? Cadê o blog? Cadê o site ?

Recebi este estímulo externo e inclusive minha alma pediu.

Seguindo minha intuição, conto uma ou outra passagem da minha vida, tempos depois ouço: “nossa, aquilo que me disse foi tão importante” – e me contam o desenrolar do “meu insight”, aproveitado em sua própria vida.

Fui entendendo que não existe “meu” insight .

Se o insight se deu, no campo quântico ele está.

Nesta vibração abrangerá outras pessoas que estão na mesma frequência e precisando desta informação.

A validação do caminho percorrido

Fui entendendo que a vida são possibilidades de aprendizado através do autoconhecimento.

Tive bulimia por 8 anos (isto faz uns 32 anos), na época tive bastante dificuldade em ter informações, o que me fez ter vontade de escrever um livro para compartilhar o que aprendi. Foi a bulimia que me empurrou para o autoconhecimento. Nesta época, já fazia terapia, mas eu entendia tudo e sentia tudo diferente, essa equação não fechava, foi quando participei de um curso de Renascimento e comecei o processo do sentir, algo que me chamava pra ir além da mente que entendia, mas não sentia.

Não imaginava o quão importante era o “mergulho no autoconhecimento”, afinal, esta demanda da minha alma sempre foi tão visceral que eu nem questionava nada.

Muito focada na solução (não que haja uma solução), querendo sair do que não está bom, sair do incômodo, nem imaginava o que havia para se revelar quando começamos o passo a passo da desconstrução do sistema de crenças que é onde quase tudo começa.

Aprendi: se sigo esta revelação, cada peça surge, como num quebra-cabeças, o mistério vai sendo desvendado, a vida vai ficando mais leve e eu gosto muito disso. Cada etapa é motivação para a próxima, e assim segui e sigo.

O compartilhamento do aprendizado do caminho pode ser uma contribuição

No decorrer da jornada consegui aprender sobre a leveza deste mergulho de forma lúdica, porque nem sempre foi assim. Durante muito tempo vivi essas experiências com muita densidade, auto-julgamento, auto-condenação, dureza e bastante apego no sofrimento.

Porém isso pode ser feito como uma brincadeira de descobrir qual a melhor peça para ser colocada a cada momento. Porque às vezes insistimos em começar ou pela borda, ou pelo meio e nos apegamos nesta forma.

Na realidade, o grande lance é seguir a sua intuição ao pegar a peça e tentar colocá-la, mas se não der da forma como planejada, é possível mudar e pegar outra peça.

Só o que não é aconselhável é ficar com a mesma peça na mão tentando enfiá-la de qualquer forma num lugar que não é o dela. Mas, também faz parte do processo reconhecer a obstinação e abrir mão dela.

A expansão dos instrumentos de expressão espontânea

Isso é bem forte em mim: a espontaneidade e a expressão.

Lembro-me de quando trabalhava com estética, uma vez depois da sessão uma cliente ao sair me abraçou e disse:”gosto muito do seu tratamento, mas o que mais aproveito são nossas conversas, sempre saio daqui melhor e vendo coisas que não havia pensado antes”.

Me senti toda cheia de vaidade, claro. Nem sabia até então o que era a vaidade, mas, algo além da vaidade alegrava meu coração, o reconhecimento do valor que ela via em mim, já que eu mesma, até contava vantagem, mas não reconhecia este meu valor. Afinal, eu fazia sem nenhuma intenção, esta era a forma como me expressava, porque assim sentia.

A transmutação dos defeitos em efeitos especiais

O que me movia a falar era minha necessidade de ser ouvida , além do fato de quando falava me ouvia e isto ia também me esclarecendo.

Desde muito cedo não me sentia ouvida, dores da minha criança, queria muito ser ouvida na minha demanda.

Como desde muito cedo já era uma criatura de não desistir, comecei falar bastante e alto, quem sabe assim seria ouvida, mas com isto , era também criticada – porque falava alto, porque não desistia – com isto aprendi a me criticar também e agreguei a mim mais este “efeito especial” uso este termo porque ouvi numa linda música um dia, que nossos defeitos são efeitos especiais.

Aliás, vivi a maior parte da minha vida achando que minha expressão era um defeito, até descobrir que é um efeito especial .

Mais tarde já atuando na Psicologia fui encontrando dentro das formatações, meu jeito sem régua , sem regra, sem rédeas, como a alma humana.

Experimentar

Eu eu transitando nas vozes e diálogos internos, porém observados:

-É mesmo! Preciso compartilhar tanto conhecimento experimentado, vivenciado, concretizado.

No outro lado , outra voz – porque tenho muitos lados muitas vozes (eus em mim) 👭👭👭👭:

-Mas como assim Siari! Você, uma pessoa comum, que vive uma vida comum, a quem poderá interessar sua caminhada? Num viaja!

E um outro lado dizendo:

-Mas as pessoas que te pedem isto te conhecem e gostam de você. De alguma forma te retribuem o que receberam, mas, elas querem mais também, e você tem pra dar, mas quantas pessoas realmente se interessariam por isso?

E outro lado ainda:

-Pois é, mas se eu morrer – pensei isto quando passei muito mal uma noite e até pensei se morreria naquele momento – seria uma pena morrer e não colocar tanto conhecimento e vivência na roda.

Toma teu Tempo

Mas o click não se dava, resolvi parar de me acuar porque sob pressão não rola, isto já havia aprendido.

Todavia, a cada solicitação eu também comecei me solicitar .

Há tempos escrevo, às vezes compartilho no facebook e outras coisas mantenho guardado na pasta “minhas escritas”.

E aí, entra meu bom amigo, o Tempo, num termo aprendido e apreendido na Constelação Familiar.

Toma teu Tempo…

Tomei meu Tempo, mas continuei escrevendo .

Até que algo começou brotar.

Chegou o Tempo.
Tentei fazer o blog porque me disseram: “é fácil, dá pra fazer sozinha”. Mas, descobri que pra mim não era tão fácil. Graças à humildade que pude conhecer nesta caminhada de autoconhecimento pedi ajuda .

Prontamente ela chegou e imediatamente começamos.

Recebi várias ofertas de ajuda, a todas agradeço, e também estendo o agradecimento à todos e todas que me estimularam para colocar no mundo minha expressão. Agradeço à sincronicidade que sempre conduz, porque tudo é tão milimetricamente calculado, que é como é .

Segui o chamado e agora aqui está .

Blog da Siari.

Suficientemente, Siari.

24 Replies to “A que me proponho quando começo o blog?”

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