Muitas vezes nos obrigamos a ser o que não somos, por apego, medo e falta de confiança em nós mesmos, ou até por um vício de comportamento.
Isto gera barganhas, m√°scaras, falsidades e jogos que nos mant√©m nos emaranhados das rela√ß√Ķes, sem que o amor tenha espa√ßo para fluir.
Este comportamento fica t√£o usual que temos uma certeza que somos isto… a m√°scara ūüé≠
Ao longo da vida vamos nos aprimorando com nossas m√°scaras e a nesta ilus√£o nossa certeza vai aumentando.
Estamos numa ‚Äúmoda‚ÄĚ de gentileza de gratid√£o e todos n√≥s queremos ser inclu√≠dos, pertencer e sermos seres evolu√≠dos. Nesta necessidade vale at√© falar o que n√£o sente, mas pra exercitar um pouco mais de honestidade precisa revisar a f√°brica de m√°scara que me habita
√ďbvio √© melhor uma m√°scara de gentil do que sair jogando no mundo a pr√≥pria agressividade. Por√©m isso precisa ser uma passagem no processo de auto conhecimento porque m√°scara √© m√°scara e neste lugar n√£o tem m√°scara boa ou ruim.
Tem m√°scara
E vale relembrar que não se trata de identificar ou detectar a máscara dos outros, o exercício é fazer isso consigo mesmo.
Eu só posso dar conta das minhas máscaras e você só pode dar conta das suas máscaras.
Para isto √© necess√°rio ir al√©m do medo de se ver no espelho limpo, que √© aceitar que n√£o estou que gostaria de ser e me deixar ver em minhas etapas… em constru√ß√£o.
Só quando posso reconhecer e assumir minhas máscaras poderei ir além delas.
Ent√£o surge uma nova etapa.
Se eu retiro a minha m√°scara todos os jogos que estavam associados as minhas m√°scaras ir√£o por terra, √© √≥timo…
Da terra viemos para terra voltaremos… diz o ditado …
Esta será uma passagem necessária, um dia teremos que nos encorajar a olhar as nossas máscaras, reconhecê-las e desapegar delas, para podermos sermos quem somos realmente.
Sim ! d√° medo.
Mas para ir ao c√©u precisar√° deixar a mochila mais leve, e h√° um momento na vida que n√£o nos √© dada muitas op√ß√Ķes e isso √© uma oportunidade valiosa.
Mas tem um preço a pagar!
Precisamos localizar em n√≥s mesmos as incoer√™ncias e as alian√ßas que estamos mantendo nas nossas rela√ß√Ķes e avaliar quais os benef√≠cios estamos tendo com isso.
Neste momento poderemos ser surpreendidos com uma grande decepção, poderemos chegar à conclusão que : a migalha é a moeda de troca, costumo também associar com o lucro da nossa poupança, é tão pequeno que nem vale ser chamado de lucro, o prejuízo é bem maior que o benefício.
Esta √© a hora de revisar tudo, assumir aquelas partes em mim que sustentam esta avareza, abrir n√£o de velhos padr√Ķes e seguir em frente em minha pr√≥pria vida com flu√™ncia, afinal a toda a√ß√£o tem uma rea√ß√£o e sem abrir m√£o de velhos padr√Ķes e cren√ßas n√£o teremos espa√ßo e leveza para voar.
Eu faço minhas escolhas e aproveito os aprendizados destas escolhas.
Deste lugar ganhando espaço para honestidade em mim, o que exalo em meu jardim pode invadir outros jardins se assim for consentido.

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