Você já tem o seu poder ! Onde está ?

Foco… na solução ou na falta?

O que podemos ser agora que permita que manifeste e fortaleça nosso poder?

Não é uma questão de que preferiu desenvolver seu poder, você já tem o seu poder

O que você vai desenvolver é a maneira melhor de usar isso .

Se você negligenciar esse poder, ele poderá ser atrofiado, e poderá ser tomado por qualquer um das nossas relações em nosso entorno.

Vamos perdendo nosso poder quando negamos partes nossas, aquelas que não são as mais agradáveis sobre nós mesmos. Mas a boa notícia é : nada nem ninguém poderá nos parar se quisermos seguir

Bóra fazer nossa escolha

E se largamos nosso poder, poderemos resgata-lo a qualquer momento.

Afinal só nós podemos reconhecer, resgatar e assumir nosso poder, ninguém poderá fazê-lo por nós, por mais que de forma infantil ainda se espera por isto.

Quando isso acontece e sem perceber, ainda que lá na infância e carregamos isto na vida, demos o poder para alguém mesmo inconscientemente, em algum momento sentiremos que algo não está bom, sentimos isso no corpo, como o desconforto uma irritação, raiva, tristeza, insegurança, insatisfação, medo, e até uma doença isto se manifesta no seu corpo e ninguém é responsável por isso.

O “outro” só trouxe a superfície algo que já está aí,

Quando olhamos para esta parte, que já estava aí, podemos transformá-la. Transformando-a, podemos agradecer a situação o evento ou a pessoa que acionou isto dentro de nós.

Claro não é como um passe de mágica, algumas situações trazem decepção, dor, tristeza, mas isto também porque muitas vezes colocamos o outro num lugar que nem era o dele, criamos expectativa, e também porque muitas vezes não estamos ocupando nosso próprio lugar e precisamos da validação do nosso poder através de alguém, como se estivéssemos sendo tiranos com nós mesmos e com isto abrimos a porta pra tirania fora, dai damos nosso poder a alguém.

Precisamos trazê-lo de volta, precisamos resgatar um pedaço de nossa alma que deixamos com o outro.

Deixamos inconscientemente, mas no desconforto de uma situação podemos ver e rever o que ainda está valendo, e fazer novas escolhas, se faz necessário limpar, polir as nossas ações.

Limpando minha “casa” escolho como receber minhas visitas, na prática : limpando minhas desordens emocionais, mudo minha postura e atitude, então escolho como serão minhas relações a partir deste novo lugar… dentro de mim mesma.

Com isto ressignificado aí sim agradecemos porque afinal, estamos tendo a oportunidade de olhar algo que estava obscuro e transformar

E com isso podemos ser mais livres, ter mais honestidade e transparência e saber que podemos fazer novas escolhas a cada instante, mas sempre na base da auto responsabilidade

Com consciência que : a toda ação tem uma reação.

Como eu vou reagir a isso define o resultado da situação, se eu acusar e ficar no melindre com o evento, não aprenderei nada, se eu tomar isso como uma oportunidade posso me perguntar afinal, onde este núcleo de dor me habita.

O que definirá o resultado será o foco do nosso olhar 👀.

Podemos escolher nos ofender, acusar, nos submeter ou mudar e olhar?

Qual a solução que este evento oferece? Como seria poder olhar em mim? o que fiz que poderia ter atraído esta situação? Mesmo assim ter o discernimento da parte que é minha e da parte que não é minha. Pegar a dica e mudar a postura perante eventos semelhantes ?

Como posso ser diferente se isto se repetir na minha vida?

Lembrando ! Só fazem conosco o que ainda estamos permitindo.

Então a próxima observação seria : onde preciso focar para sair desta situação ?

Que pode ser uma submissão, mesmo que não percebamos ela pode estar atuando, pode ser uma agressão que recebo ou cometo, ou retribuo, não importa muito o que é, o que importa é o foco na solução.

Como podemos ser que nos expanda e faz com que sintamos que está mais leve, mais confortável ?

Muitas vezes viciados numa relação ou numa situação, nos acostumamos com o pesado e desconfortável e isto parece “normal” mas isto drena nossa energia nos levando para lugares onde estamos conectados com nossa sombra, quando então nos vitimizamos e nos sentimos no direito de colocar NOSSA sombra no outro.

Só pra lembrar : sempre que tem uma acusação, ainda que sútil, é a vítima que nos habita atuando, não é autorresponsabilidade.

Como se um diálogo interno dissesse, você foi imbecil comigo, agora posso ser imbecil com você, esta atitude é infantil e precisa ser reconhecida.

Isto se dá porque negamos a sombra que nos habita na ânsia de sermos “bons”, dai acusamos, como se nossa criança se justificasse para não assumir as próprias mazelas.

Na criança até vai ! Mas adultos que somos… não dá né !

Sim gentileza conosco é prioridade, mas também precisamos discernir o limite da gentileza e de estar sendo conivente com nossa insanidade.

Muitas vezes a energia da vida fica em apontar o defeito do outro.

Com isto não olha pro único lugar onde está a solução, reparar seus próprios defeitos e parar de criar uma história pra justificar os erros ao invés de assumi-los e mudá-los.

Mas sim… a auto reparação demanda energia e boa vontade, mas É A ÚNICA POSSIBILIDADE de estar na vida em sua totalidade e aproveitar toda expansão que a vida oferece.

Pois é…. então a pergunta é : Quão feliz, leve, saudável, integra, transparente está podendo ser sua vida, seus dias e minutos, como está sendo seu momento presente 🎁?

Uma observação é perceber se o foco das ações do dia a dia está na solução ou em sempre apontar o defeito… o “erro” … geralmente do outro.

Para este exercício, tire o outro, o outro não existe, existe só quem nos habita e nossos diálogos internos.

Muitas vezes a história que a mente cria sobre o outro é o delírio que nos afasta de nós mesmos.

Então fica a pergunta : como pode melhorar ?

E se disponibilizar para mudar os velhos vícios de acusação e focar na solução que é a transformação, e seguir neste lugar que sim, exigirá nossa atuação e mudança de postura em nossas ações e relações, e validar o que diz o coração, não o que diz a mente e o ego que não gostam de assumir as próprias mazelas, mas vale lembrar :

“Algumas coisas são para o bem, outras coisas são para o melhor, e outras coisas são para o melhor ainda”

Nesta direção, vale recalcular a rota quantas vezes forem necessárias

Afinal podemos sim, ter uma vida e relações leves, saudáveis, nutritivas, construtivas, mas não chegam prontas, precisamos nos modificar e assim ser a mudança que gostaríamos de ver no mundo.

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